segunda-feira, 21 de outubro de 2013
terça-feira, 20 de maio de 2008
domingo, 18 de maio de 2008
Mafaldinha - No rasto do sol
Mafalda Veiga, a maior cantora portuguesa!
Este fim-de-semana eu vi o Sol...
Vem comigo no rasto do sol... eu vou contigo
Duas luas no céu e duas canções
Dois olhares que se cruzam a procurar
Um sol um luar
E todos os lugares onde a luz se pode abraçar
Doze luas em ti e sete marés
Sete barcos navegam a procurar
Um porto uma praia
Talvez no fim do mar onde alguém nos venha esperar
Vem comigo no rasto de sol
Eu vou contigo
Vem comigo do outro lado das muralhas
Eu vou contigo
Duas luas no céu na palma da mão
Dois olhares que se entregam até ao fim
Do corpo e da alma
Em todos os lugares onde o mundo me fala de ti
À tua volta há luz de sete luares
Sete barcos navegam para encontrar
Um fogo um calor
Talvez no fim de tudo haja força pra recomeçar
Vem comigo no rasto de sol
Eu vou contigo
Vem comigo do outro lado das muralhas
Eu vou contigo
Duas luas no céu e duas canções
Dois olhares que se cruzam a procurar
Um sol um luar
E todos os lugares onde a luz se pode abraçar
Vem comigo no rasto de sol
Eu vou contigo
Vem comigo do outro lado das muralhas
Eu vou contigo
Este fim-de-semana eu vi o Sol...
Vem comigo no rasto do sol... eu vou contigo
Duas luas no céu e duas canções
Dois olhares que se cruzam a procurar
Um sol um luar
E todos os lugares onde a luz se pode abraçar
Doze luas em ti e sete marés
Sete barcos navegam a procurar
Um porto uma praia
Talvez no fim do mar onde alguém nos venha esperar
Vem comigo no rasto de sol
Eu vou contigo
Vem comigo do outro lado das muralhas
Eu vou contigo
Duas luas no céu na palma da mão
Dois olhares que se entregam até ao fim
Do corpo e da alma
Em todos os lugares onde o mundo me fala de ti
À tua volta há luz de sete luares
Sete barcos navegam para encontrar
Um fogo um calor
Talvez no fim de tudo haja força pra recomeçar
Vem comigo no rasto de sol
Eu vou contigo
Vem comigo do outro lado das muralhas
Eu vou contigo
Duas luas no céu e duas canções
Dois olhares que se cruzam a procurar
Um sol um luar
E todos os lugares onde a luz se pode abraçar
Vem comigo no rasto de sol
Eu vou contigo
Vem comigo do outro lado das muralhas
Eu vou contigo
terça-feira, 13 de maio de 2008
Repondo Vasco João!
Simplesmente irresistível
Hoje vi-te, estavas linda, deslumbrante. Com aquele charme que só tu consegues ter. Esses olhos grandes e atentos, a boca fina e delicada, o nariz esguio e ligeiramente empinado, o cabelo fino e longo, cor de chocolate de leite. Eras tu, a mais bela mulher do mundo. De que mundo? Do meu mundo claro está. Bem sei que o meu mundo é pequeno, mas não deixa de ser o meu mundo!
Cada vez que passas por ele, tudo para. Deixa de ter vida própria, passa a depender única e exclusivamente da tua vontade. Quando partes faz-se noite, escura como breu, é o período das trevas.
Resta-me esperar que o meu mundo continue a girar, e quando girar o suficiente tu hás-de voltar a passar. Nesse momento voltará a ser dia, e o meu mundo não vai resistir e voltará a parar para te ver.
Hoje vi-te, estavas linda, deslumbrante. Com aquele charme que só tu consegues ter. Esses olhos grandes e atentos, a boca fina e delicada, o nariz esguio e ligeiramente empinado, o cabelo fino e longo, cor de chocolate de leite. Eras tu, a mais bela mulher do mundo. De que mundo? Do meu mundo claro está. Bem sei que o meu mundo é pequeno, mas não deixa de ser o meu mundo!
Cada vez que passas por ele, tudo para. Deixa de ter vida própria, passa a depender única e exclusivamente da tua vontade. Quando partes faz-se noite, escura como breu, é o período das trevas.
Resta-me esperar que o meu mundo continue a girar, e quando girar o suficiente tu hás-de voltar a passar. Nesse momento voltará a ser dia, e o meu mundo não vai resistir e voltará a parar para te ver.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Exemplos!
Estamos a atravessar uma hipotética “guerra civil” nas escolas, entre alunos e professores, sinceramente, tudo isto parece-me empolado ao extremo.
Quem vai dizer que nunca presenciou cenas do género da Vanessa Micaela? Tirando a parte do telemóvel claro, não pelo escândalo esse é intemporal, mas porque na altura eles ainda não existiam.
Mas os professores que tinham e acredito que ainda têm mais sucesso com os alunos rebeldes eram aqueles que tinham punho de ferro. Aqueles que tinham jeito para a coisa. Alguns deles conseguiam mesmo tornar-se melhores amigos deles. E é aqui que reside grande parte do problema.
A nossa classe educacional está cheia de gente que por muito boa vontade que tenha, não tem jeitinho nenhum para falar em publico e empolgar uma plateia numa apresentação de 5minutos, quanto mais ensinar putos reguilas durante horas a fio!
Esses, deviam ser erradicados pela selecção natural. Mas na função publica, parte educacional principalmente, essa selecção é mais artificial que os corantes. É uma ofensa à natureza.
Neste exemplo que segue, não sei se o senhor professor tem jeito para a pedagogia, mas que tem jeito para impor o que quer tem. Duvido que voltem a haver telemóveis naquela sala.
Quem vai dizer que nunca presenciou cenas do género da Vanessa Micaela? Tirando a parte do telemóvel claro, não pelo escândalo esse é intemporal, mas porque na altura eles ainda não existiam.
Mas os professores que tinham e acredito que ainda têm mais sucesso com os alunos rebeldes eram aqueles que tinham punho de ferro. Aqueles que tinham jeito para a coisa. Alguns deles conseguiam mesmo tornar-se melhores amigos deles. E é aqui que reside grande parte do problema.
A nossa classe educacional está cheia de gente que por muito boa vontade que tenha, não tem jeitinho nenhum para falar em publico e empolgar uma plateia numa apresentação de 5minutos, quanto mais ensinar putos reguilas durante horas a fio!
Esses, deviam ser erradicados pela selecção natural. Mas na função publica, parte educacional principalmente, essa selecção é mais artificial que os corantes. É uma ofensa à natureza.
Neste exemplo que segue, não sei se o senhor professor tem jeito para a pedagogia, mas que tem jeito para impor o que quer tem. Duvido que voltem a haver telemóveis naquela sala.
terça-feira, 6 de maio de 2008
Djavan... um poeta brasileiro
SE...
Você disse que não sabe se não
Mas também não tem certeza que sim
Quer saber, quando é assim
Deixa vir do coração
Você sabe que eu só penso em você
Você diz que vive pensando em mim
Pode ser, se é assim
Você tem que largar a mão do não
Soltar essa louca, arder de paixão
Não há como doer pra decidir
Só dizer sim ou não
Mas você adora o Se
Eu levo a sério mas você disfarça
Você me diz a beça e eu nessa de horror
E me remete ao frio que vem lá do sul
Insiste em 0 a 0 eu quero 1 a 1
Sei lá o que te dar, não quer meu calor
São Jorge por favor me empresta o dragão
Mais fácil aprender japonês em braile
Do que você decidir se dá ou não
Você disse que não sabe se não
Mas também não tem certeza que sim
Quer saber, quando é assim
Deixa vir do coração
Você sabe que eu só penso em você
Você diz que vive pensando em mim
Pode ser, se é assim
Você tem que largar a mão do não
Soltar essa louca, arder de paixão
Não há como doer pra decidir
Só dizer sim ou não
Mas você adora o Se
Eu levo a sério mas você disfarça
Você me diz a beça e eu nessa de horror
E me remete ao frio que vem lá do sul
Insiste em 0 a 0 eu quero 1 a 1
Sei lá o que te dar, não quer meu calor
São Jorge por favor me empresta o dragão
Mais fácil aprender japonês em braile
Do que você decidir se dá ou não
domingo, 27 de abril de 2008
Muda de vidaaaaaaaaaaaaaaa!!!
No seguimento de um tema já aqui abordado - mudanças - venho colocar a primeira musica portuguesa do blog, escrita pelo o maior letrista de Portugal, e um dos melhores do mundo.
Sua excelência, António Variações, um génio à frente do seu tempo. Neste caso, adaptada pelos fantásticos Humanos.
Para todos vocês, que por qualquer razão, estão insatisfeitos, tristes, acabrunhados, olhem para esta letra... e inspirem-se!
"olha que a vida não, não é nem deve ser como um castigo que tu terás que viver"
MUDEM!!!!
Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar
Ver-te sorrir eu nunca te vi
E a cantar, eu nunca te ouvi
Será de ti ou pensas que tens...que ser assim?...
Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar
Ver-te sorrir eu nunca te vi
E a cantar, eu nunca te ouvi
Será de ti ou pensas que tens... que ser assim?...
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar
Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
Sua excelência, António Variações, um génio à frente do seu tempo. Neste caso, adaptada pelos fantásticos Humanos.
Para todos vocês, que por qualquer razão, estão insatisfeitos, tristes, acabrunhados, olhem para esta letra... e inspirem-se!
"olha que a vida não, não é nem deve ser como um castigo que tu terás que viver"
MUDEM!!!!
Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar
Ver-te sorrir eu nunca te vi
E a cantar, eu nunca te ouvi
Será de ti ou pensas que tens...que ser assim?...
Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar
Ver-te sorrir eu nunca te vi
E a cantar, eu nunca te ouvi
Será de ti ou pensas que tens... que ser assim?...
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar
Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
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